Doutor Angélico

Hoje celebramos, juntamente com toda a Igreja, a vida de um magnífico santo: Tomás de Aquino.

Padre dominicano, filósofo, teólogo, distinto expoente da escolástica, proclamado santo e cognominado Doctor Angelicus (Doutor Angélico) pelo Papa Pio V, em 1567, não apenas por ter transmitido a mais alta doutrina, mas também por ter em tudo se assemelhado aos espíritos puríssimos que contemplam a face de Deus (os anjos).

Tomás nasceu em Aquino por volta de 1225, de acordo com alguns autores, no castelo de seu pai, o Conde Landulf de Aquino, localizado em Roccasecca, no mesmo Condado de Aquino (Reino da Sicília, no atual Lácio).

Por meio de sua mãe, a condessa Teodora de Theate, Tomás era ligado à dinastia Hohenstaufen do Sacro Império Romano-Germânico.

O irmão de seu pai, Sinibald, era abade da original abadia beneditina em Monte Cassino.

Enquanto os demais filhos da família seguiram uma carreira militar, a família pretendida que Tomás seguisse seu tio na abadia; isto teria sido um caminho normal para a carreira do filho mais novo de uma família da nobreza sulista italiana.

Aos cinco anos, Tomás começou sua instrução inicial em Monte Cassino, mas depois do conflito militar que ocorreu entre o imperador Frederico II e o papa Gregório IX na abadia no início de 1239, Landulf e Teodora matricularam Tomás na studium generale (universidade) criada recentemente por Frederico II em Nápoles. Foi lá que Tomás provavelmente foi introduzido nas obras de Aristóteles, Averróis e Maimônides, todos que influenciariam sua filosofia teológica. Foi igualmente durante seus estudos em Nápoles que Tomás sofreu a influência de João de São Juliano, um pregador dominicano em Nápoles que fazia parte do esforço ativo intentado pela ordem dominicana para recrutar seguidores devotos.

Nesta época seu professor de aritmética, geometria, astronomia e música era Pedro de Ibérnia. Aos 19 anos, contra a vontade da família, entrou na ordem fundada por Domingos de Gusmão. Estudou filosofia em Nápoles e depois em Paris, onde se dedicou ao ensino e ao estudo de questões filosóficas e teológicas. Estudou teologia em Colônia e em Paris se tornou discípulo de Santo Alberto Magno que o “descobriu” e se impressionou com a sua inteligência. Por este tempo foi apelidado de “boi mudo”. Dele disse Santo Alberto Magno: “Quando este boi mugir, o mundo inteiro ouvirá o seu mugido.”

Foi mestre na Universidade de Paris no reinado de Luís IX. Morreu, com 49 anos, na Abadia de Fossanova, quando se dirigia para Lião a fim de participar do Concílio de Lião, a pedido do Papa.

Filosofia

Seu maior mérito foi a síntese do cristianismo com a visão aristotélica do mundo, introduzindo o aristotelismo, sendo redescoberto na Idade Média, compaginando um e outro, de forma a obter uma sólida base filosófica para a teologia e retificando o materialismo de Aristóteles. Em suas duas summae, sistematizou o conhecimento teológico e filosófico de sua época: a Summa theologiae e a Summa contra gentiles.

A partir dele, a Igreja tem uma Teologia (fundada na revelação) e uma Filosofia (baseada no exercício da razão humana) que se fundem numa síntese definitiva: fé e razão, unidas em sua orientação comum rumo a Deus. Sustentou que a filosofia não pode ser substituída pela teologia e que ambas não se opõem. Afirmou que não pode haver contradição entre fé e razão.

Explica que toda a criação é boa, tudo o que existe é bom, por participar do ser de Deus, sendo o mal a ausência de uma perfeição devida e a essência do mal é a privação ou ausência do bem.

Além da sua Teologia e da Filosofia, desenvolveu também uma teoria do conhecimento e uma Antropologia. Deixou também escrito conselhos políticos: “Do governo do Príncipe, ao rei de Chipre”, que se contrapõe, do ponto de vista da ética, ao “O Príncipe”, de Nicolau Maquiavel.

Propôs também que, com o uso da razão, é possível demonstrar-se a existência de Deus, e para isto propõe as 5 vias de demonstração:

Primeira Via

Primeiro motor imóvel: tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido.

Segunda Via

Causa primeira: decorre da relação “causa-e-efeito” que se observa nas coisas criadas. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita.

Terceira Via

Ser necessário: existem seres que podem ser ou não ser (contingentes), mas nem todos os seres podem ser desnecessários se não o mundo não existiria, logo é preciso que haja um ser que fundamente a existência dos seres contingentes e que não tenha a sua existência fundada em nenhum outro ser.

Quarta Via

Ser perfeito: verifica-se que há graus de perfeição nos seres, uns são mais perfeitos que outros, qualquer graduação pressupõe um parâmetro máximo, logo deve existir um ser que tenha este padrão máximo de perfeição e que é a causa da perfeição dos demais seres.

Quinta Via

Inteligência ordenadora: existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada.

A Verdade

“A verdade é definida como a conformidade da coisa com a inteligência”. Tomás de Aquino concluiu que a descoberta da verdade ia além do que é visível. Antigos filósofos acreditavam que era verdade somente o que poderia ser visto. Aquino já questiona que a verdade era todas as coisas porque todas são reais, visíveis ou invisíveis, exemplificando: uma pedra que está no fundo do oceano não deixa de ser uma pedra real e verdadeira só porque não pode ser vista. Aquino concorda e aprimora Agostinho de Hipona quando diz que “A verdade é o meio pelo qual se manifesta aquilo que é”.

A verdade está nas coisas e no intelecto e ambas convergem junto com o ser. O “não-ser” não pode ser verdade até o intelecto o tornar conhecida, ou seja, isso é apreendido através da razão. Aquino chega a conclusão que só se pode conhecer a verdade se você conhece o que é o ser.

A verdade é uma virtude, como diz Aristóteles, porém o bem é posterior a verdade. Isso porque a verdade está mais próximo do ser, mais intimamente.

Exemplificando: o intelecto apreende o ser em si; depois, a definição do ser, por último a apetência do ser. Ou seja, primeiramente a noção do ser; depois, a construção da verdade, e por fim, o bem.

Sobre a eternidade da verdade ele, Tomás, discorda em partes com Agostinho. Para Agostinho a verdade é definitiva. Imutável. Já para Aquino, a verdade é a consequência de fatos causados no passado. Então, na supressão desses fatos a verdade deixa de existir.

O exemplo que Tomás de Aquino traz é o seguinte: a frase “Sócrates está sentado” é a verdade. Seja por uma matéria, uma observação ou analise, mas ele está sentado. Ao se levantar, ficando de pé, ele deixa de estar sentado. Alterando a verdade para a segunda opção, mudando a primeira. Contudo, ambos concordam que na verdade divina a verdade, por não ter sido criada, já que Deus sempre existiu, não pode ser desfeita no passado e então é imutável.

Ética

Segundo Tomás de Aquino, a ética consiste em agir de acordo com a natureza racional. Todo o homem é dotado de livre-arbítrio, orientado pela consciência e tem uma capacidade inata de captar, intuitivamente, os ditames da ordem moral.

O primeiro postulado da ordem moral é: faz o bem e evita o mal.

Há uma Lei Divina, revelada por Deus aos homens, que consiste nos Dez Mandamentos.

Há uma Lei Eterna, que é o plano racional de Deus que ordena todo o universo e uma Lei Natural, que é conceituada como a participação da Lei Eterna na criatura racional, ou seja, aquilo que o homem é levado a fazer pela sua natureza racional.

Lei Positiva é a lei feita pelo homem, de modo a possibilitar uma vida em sociedade. Esta subordina-se à Lei Natural, não podendo contrariá-la sob pena de se tornar uma lei injusta; não há a obrigação de obedecer à lei injusta (este é o fundamento objetivo e racional da verdadeira objeção de consciência).

A Justiça consiste, pois, na disposição constante da vontade em dar a cada um o que é seu – suum cuique tribuere – e classifica-se como comutativadistributiva e legal, conforme se faça entre iguais, do soberano para os súditos e destes para com aquele, respectivamente.

Pensamento

Partindo de um conceito aristotélico, Aquino desenvolveu uma concepção hilemórfica do ser humano, definindo o ser humano como uma unidade formada por dois elementos distintos: a matéria primeira (potencialidade) e a forma substancial (o princípio realizador). Esses dois princípios se unem na realidade do corpo e da alma no ser humano. Ninguém pode existir na ausência desses dois elementos.

A concepção hilemórfica é coerente com a crença segundo a qual Jesus Cristo, como salvador de toda a humanidade, é ao mesmo tempo plenamente humano e plenamente divino. Seu poder salvador está diretamente relacionado com a unidade, no homem ou na mulher, do corpo e da alma. Para Aquino, o conceito hilemórfico do homem implica a hominização posterior, que ele professava firmemente. Uma vez que corpo e alma se unem para formar um ser humano, não pode existir alma humana em corpo que ainda não é plenamente humano.

O feto em desenvolvimento não tem a forma substancial da pessoa humana. Tomás de Aquino aceitou a ideia aristotélica de que primeiro o feto é dotado de uma alma vegetativa, depois, de uma alma animal, em seguida, quando o corpo já se desenvolveu, de uma alma racional. Cada uma dessas “almas” é integrada à alma que a sucede até que ocorra, enfim, a união definitiva alma-corpo.

Conforme as próprias palavras de Aquino:

Em latim: “Anima igitur vegetabilis, quae primo inest, cum embryo vivit vita plantae, corrumpitur, et succedit anima perfectior, quae est nutritiva et sensitiva simul, et tunc embryo vivit vita animalis; hac autem corrupta, succedit anima rationalis ab extrinseco immissa (…) cum anima uniatur corpori ut forma, non unitur nisi corpori cuius est proprie actus. Est autem anima actus corporis organici”.  Em português: “A alma vegetativa, que vem primeiro, quando o embrião vive como uma planta, corrompe-se e é sucedida por uma alma mais perfeita, que é ao mesmo tempo nutritiva e sensitiva, quando o embrião vive uma vida animal; quando ela se corrompe, é sucedida pela alma racional induzida do exterior (…) Já que a alma se une ao corpo como sua forma, ela não se une a um corpo que não seja aquele do qual ela é propriamente o ato. A alma é agora o ato de um corpo orgânico”.

Obras

Dentre as obras do expoente santo, a Suma Teológica é o título da obra básica de São Tomás de Aquino, que mais se destaca. Um corpo de doutrina que se constitui numa das bases da dogmática do catolicismo e considerada uma das principais obras filosóficas da escolástica. Foi escrita entre os anos de 1265 a 1273.

Nesta obra, o santo de Aquino trata da natureza de Deus, das questões morais e da natureza de Jesus.

A obra encontra-se dividida em 3 partes, onde se encontram 512 questões.

Cada questão tem perguntas individuais. Estas representam os 2669 capítulos onde estão contidas 1,5 milhões de palavras, 1,5 vezes mais que todas as palavras de Aristóteles (1 milhão), o dobro de todas as palavras conhecidas de Platão.

“A Suma Teológica é o céu visto da terra” (Papa Pio XI, in: Alocução de 12 de dezembro de 1924 no colégio Angelicum de Roma).

“A todos quantos agora sentem sede da verdade, dizemos-lhes: ide a Tomás de Aquino” (Pio XI, Studiorum Ducem).

As obras completas do Aquinate são:

Opera maiora
  • Scriptum super sententiis;
  • Summa contra gentiles;
  • Summa theologiae.
Quaestiones
  • Quaestiones disputatae;
  • Quaestio disputata De veritate, prooemium et articulus 1;
  • Quaestio disputata De anima, prooemium et articulus 1;
  • Quaestio disputata De anima, articulus 3;
  • Quaestio disputata De anima, articulus 4;
  • Quaestio disputata De spiritualibus creaturis, articulus 5;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, prooemium et articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, prooemium et articulus 2;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 3;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 4;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 5;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 6;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 7;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 2, articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 2, articulus 2;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 4, articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 3, articulus 1: De correctione fraterna;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 1;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 3, articulus 2: De correctione fraterna;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 4, articulus 1: De spe;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 4, articulus 2: De spe;
  • Quaestiones de quolibet.
  • Quolibet I, questão 4, artigo 1 (6).
Opuscula
  • Opuscula philosophica;
  • De motu cordis;
  • De mixtione elementorum;
  • Epistola ad ducissam Brabantiae;
  • Opuscula theologica;
  • Principium Rigans montes;
  • Opuscula polemica pro mendicantibus;
  • Censurae;
  • Rescripta;
  • De emptione et venditione ad tempus;
  • Liber de sortibus, caput 1;
  • Liber de sortibus, caput 2;
  • Liber de sortibus, caput 3;
  • Responsiones.
Commentaria
  • In Aristotelem;
  • In Aristotelem Sententia Libri metaphysicae, prooemium;
  • In Aristotelem Sententia Libri metaphysicae, I, Lectio 1;
  • In Aristotelem Sententia Libri metaphysicae, I, Lectio 2;
  • In neoplatonicos;
  • In Boethium.
Commentaria biblica
  • In Vetus Testamentum;
  • Commentaria cursoria;
  • In Novum Testamentum;
  • Catena aurea;
  • In epistolas S. Pauli.
Collationes et sermones
  • Collationes;
  • Sermones.
Documenta
  • Acta;
  • Opera collectiva;
  • Reportationes Alberti Magni super Dionysium.
Opera probabilia authenticitate
  • Lectura romana in primum Sententiarum Petri Lombardi;
  • Quaestiones;
  • Opera liturgica;
  • Sermones;
  • Preces.
Opera dubia authenticitate
  • Quaestiones;
  • Opuscula philosophica;
  • Rescripta;
  • Opera liturgica;
  • Sermones;
  • Preces;
  • Opera collectiva;
  • Reportationes.
Opera aliqua false adscripta
  • Quaestiones disputatae;
  • Opuscula philosophica;
  • Opuscula theologica;
  • Rescripta;
  • Concordantiae;
  • Commentaria philosophica;
  • Commentaria theologica;
  • Commentaria biblica;
  • Sermones;
  • Opera liturgica;
  • Preces;
  • Carmina.
***

E, para bem ilustrar a beleza e a fé do Doutor Angélico, publicamos abaixo um trecho das “Conferências” de São Tomás de Aquino (Colatio 6 super Credoin Deumm, séc. XIII):

Na cruz não falta nenhum exemplo de virtude

Que necessidade havia para que o Filho de Deus sofresse por nós? Uma necessidade grande e, por assim dizer, dupla: para ser remédio contra o pecado e para exemplo do que devemos praticar.

Foi em primeiro lugar um remédio, porque na paixão de Cristo encontramos remédio contra todos os males que nos sobrevêm por causa dos nossos pecados.

Mas não é menor a utilidade em relação ao exemplo. Na verdade, a paixão de Cristo é suficiente para orientar nossa vida inteira. Quem quiser viver na perfeição, nada mais tema fazer do que desprezar aquilo que Cristo desprezou na cruz e desejar o que ele desejou. Na cruz, pois, não falta nenhum exemplo de virtude.

Se procuras um exemplo de caridade: Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos (Jo 15,13). Assim fez Cristo na cruz. E se ele deu sua vida por nós, não devemos considerar penoso qualquer mal que tenhamos de sofrer por causa dele.

Se procuras um exemplo de paciência, encontras na cruz o mais excelente! Podemos reconhecer uma grande paciência em duas circunstâncias: quando alguém suporta com serenidade grandes sofrimentos, ou quando pode evitar os sofrimentos e não os evita. Ora, Cristo suportou na cruz grandes sofrimentos, e com grande serenidade, porque atormentado, não ameaçava (1Pd 2,23); foi levado como ovelha ao matadouro e não abriu a boca (cf. Is 53,7; At 8,32).

É grande, portanto, a paciência de Cristo na cruz. Corramos com paciência ao combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Jesus, que em nós começa e completa a obra da fé. Em vista da alegria que lhe foi proposta, suportou a cruz, não se importando com a infâmia (cf. Hb 12,1-2).

Se procuras um exemplo de humildade, contempla o crucificado: Deus quis ser julgado sob Pôncio Pilatos e morrer.

Se procuras um exemplo de obediência, segue aquele que se fez obediente ao Pai até à morte: Como pela desobediência de um só homem, isto é, de Adão, a humanidade toda foi estabelecida numa condição de pecado, assim também pela obediência de um só, toda a humanidade passará para uma situação de justiça (Rm 5,19).

Se procuras um exemplo de desprezo pelas coisas da terra, segue aquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores, no qual estão encerrados todos os tesouros da sabedoria e da ciência (Cl 2,3), e que na cruz está despojado de suas vestes, escarnecido, cuspido, espancado, coroado de espinhos e, por fim, tendo vinagre e fel como bebida para matar a sede.

Não te preocupes com as vestes e riquezas, porque repartiram entre si as minhas vestes (Jo 19,24); nem com honras, porque fui ultrajado e flagelado; nem com a dignidade, porque tecendo uma coroa de espinhos, puseram-na em minha cabeça (cf. Mc 15,17); nem com os prazeres, porque em minha sede ofereceram-me vinagre (Sl 68,22).

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Sobre Alex C. Vasconcelos

Casado, 32 anos, pai de uma princesa, Advogado, Acólito na Paróquia do Divino Espírito Santo em Maceió/AL.
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