“Pessoalmente, sou contra o aborto, mas não posso impor minhas convicções morais aos outros!” – FALÁCIA!!!

Sobre isto, responda-se o seguinte:

“Proibir a escravatura é legislar moralidade. Pessoalmente sou contra a escravatura, mas não posso impor as minhas convicções morais aos outros”. “A Igreja proíbe a escravatura. Como o Brasil é um estado laico não se podem fazer leis de base religiosa. O Estado não pode proibir a escravatura sob pena de estar a violar a separação de poderes”.

“Proibir o infanticídio é legislar moralidade. Pessoalmente sou contra o infanticídio, mas não posso impor as minhas convicções morais aos outros”. “A Igreja proíbe o infanticídio. Como o Brasil é um estado laico não se podem fazer leis de base religiosa. O Estado não pode proibir a infanticídio sob pena de estar a violar a separação de poderes”.

“Proibir o estupro é legislar moralidade. Pessoalmente sou contra o estupro, mas não posso impor as minhas convicções morais aos outros”. “A Igreja proíbe o estupro. Como o Brasil é um estado laico não se podem fazer leis de base religiosa. O Estado não pode proibir a violação sob pena de estar a ferir a separação de poderes”.

“Legalizar o aborto é impor a moralidade de alguns aos outros. Pessoalmente sou a favor da legalização, mas não posso impor a minha moralidade aos outros”. “Como o Brasil é um estado laico, só podem existir leis de base ateia”.

Como se vê, estes slogans de nada valem. Todos eles ignoram que o fundamental de uma lei é saber se é justa ou não.

A proibição de matar é uma lei justa ou uma imposição moral?

A proibição de roubar é uma lei justa ou uma ofensa à separação de poderes?

Se não se pode impor a moralidade, como poderão ser as leis imorais?

Por trás deste slogan está uma cascata de preconceitos. A saber:

a) moralidade é religião;

b) todas as religiões são iguais; logo,

c) todas as morais são iguais.

Mas, se tudo isto é verdade, que base existe para punir o seguidor de um culto satânico que faz sacrifícios humanos?

Não se pode dizer que, por exemplo, se os africanos são contra o racismo, então toda a pessoa que luta contra o racismo é africana. Do mesmo modo, não se pode dizer que se as religiões têm sistemas morais, toda a moral é religião.

Basta que uma religião proíba um determinado ato, para que os Estados fiquem proibidos de o proibir, sob pena de estarem a violar a separação entre Igreja e Estado? Será preciso que a Igreja aprove o homicídio para que o Estado o possa proibir? Ao proibir o homicídio, Igreja e Estado fazem a sua obrigação. Ao permitir o aborto, o Estado foge à sua obrigação.

Na questão do aborto não está em causa saber qual a fonte, a origem ou a legitimidade para fazer leis. O Estado já faz leis. O que interessa saber é porque se julga o Estado com legitimidade para proibir o infanticídio e não se julga com legitimidade para proibir o aborto. Por que não é a proibição do infanticídio uma imposição da moralidade enquanto o aborto o é? Será pelo fato das vítimas serem essencialmente diferentes? Mas onde está a diferença?

Ainda que tudo isto fosse falso, o resultado é que o slogan referido permite defender o aborto até aos nove meses posto que não há nada nele que impeça a legalização do aborto em qualquer ponto da gravidez. Logo, ou o slogan está errado ou aceitamos o aborto até aos nove meses.

(João Araújo, “Aborto, sim ou não?”)

Fonte: Blog Carmadélio

***

Leia também “Lá vem eles querendo descriminalizar o aborto no Brasil… Ninguém merece!” do Blog Dominus Vobiscum.

Nós, cristãos, imitadores de Cristo, precisamos fazer jus a tal atributo.

Nos dias 08 e 09 de março as comissões que tratam da Revisão do Código Penal estarão reunidas em Brasília. Todos eles deverão estar cientes de que o povo brasileiro – católicos e protestantes – estão unidos em defesa do nascituro, em favor da vida. Eles deverão saber que os brasileiros não concordam com a legalização do aborto, não concordam com a cultura de morte que está sendo inoculada no país.

O povo católico, o povo cristão, o povo brasileiro defenderá o nascituro. Nós defenderemos o direito do feto no ventre da mãe. Nós defenderemos a Vida!! É urgente atender o apelo, enviando sua manifestação pessoal de repúdio à essas mudanças e manifestando seu desejo como cidadão e eleitor para que aborto continue sendo crime.

É necessário mais uma vez contar com a ajuda de todos na luta contra o aborto, enviando e-mails e manifestando-se contrários ao aborto e a eutanásia. Abaixo, segue um modelo de correspondência que pode ser enviado para os senadores. É de extrema importância que todos saibam a verdadeira opinião do povo brasileiro, que é pró-vida e pró-família.” (Dominus Vobiscum)

Envie esta mensagem aos senadores e faça ouvir a sua voz!

“Prezados senadores,

É chegado o momento em que vocês terão a oportunidade última de fazer aquilo que sempre prometeram: representar o povo brasileiro.

Peço que se lembrem de que O POVO BRASILEIRO É MACIÇAMENTE A FAVOR DA VIDA E PORTANTO CONTRA O ABORTO E A EUTANÁSIA. Nós, brasileiros, não aceitamos a imposição de fundações estrangeiras para a legalização do aborto e da eutanásia, e não aceitamos que o Código Penal seja alterado para que essas práticas imorais e ilegais sejam regulamentadas.

Peço também que os senadores afastem da Comissão para a Revisão do Código Penal a promotora Luiza Nagib Eluf e o professor Luíz Flávio Gomes, dado que eles não representam o povo brasileiro e agem segundo seus próprios interesses e vontades.

[Insira seu nome]”

E-mails dos senadores:
eunicio.oliveira@senador.gov.br, gab.josepimentel@senado.gov.br, martasuplicy@senadora.gov.br, pedrotaques@senador.gov.br, jorgeviana.acre@senador.gov.br, antoniocarlosvaladares@senador.gov.br, inacioarruda@senador.gov.br, simon@senador.gov.br, romero.juca@senador.gov.br, vital.rego@senador.gov.br, renan.calheiros@senador.gov.br, luizhenrique@senador.gov.br, francisco.dornelles@senador.gov.br, sergiopetecao@senador.gov.br, aecio.neves@senador.gov.br, aloysionunes.ferreira@senador.gov.br, alvarodias@senador.gov.br, demostenes.torres@senador.gov.br, armando.monteiro@senador.gov.br, gim.argello@senador.gov.br, magnomalta@senador.gov.br, randolfe.rodrigues@senador.gov.br

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Sobre Alex C. Vasconcelos

Casado, 32 anos, pai de uma princesa, Advogado, Acólito na Paróquia do Divino Espírito Santo em Maceió/AL.
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