A Cruz de uma Jornada…

Ontem, dia 11/01/12, nós, maceioenses, tivemos a grande alegria de receber a Cruz e o ícone de Nossa Senhora na nossa querida Maceió.

Não pude acompanhar a chegada da Cruz e do ícone, mas, após sair do trabalho, fomos eu e minha esposa para a Catedral Metropolitana, e, ao entrar, deparei-me com aquela Cruz no altar, e, ao me aproximar, posso lhe garantir, amigo leitor, a emoção de estar tão próximo daqueles símbolos, ícones de uma Igreja jovem e atuante, é enorme.

Os fiéis rezavam o terço, compenetrados nas meditações, atentos às palavras do Mons. Celso Alípio Mendes, Pároco da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora dos Prazeres.

E o momento de levarmos a Cruz e o ícone até a Praça dos Martírios, também no Centro da cidade, se aproximava. Os fiéis presentes aguardavam ansiosos pelo momento.

Após o terço, teve início a Missa, presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Antônio Muniz.

Dom Antônio, momentos antes do início da celebração eucarística, percorria a nave da Catedral, conversando com os fiéis acerca da expectativa, da emoção que se avizinhava.

A Missa foi celebrada com grande devoção, e, após a bênção final, todos nos concentramos em frente à Catedral, e, enfim, tomamos a Cruz e o ícone nos braços, e, acompanhados por um trio elétrico, não cessávamos de cantar: “No peito eu levo uma cruz! No meu coração, o que disse Jesus!”, animados pelo Ministério Água Viva, da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima.

A cruz, o símbolo de nossa redenção, nos dava força e alegria na caminhada.

Alguns estavam com velas nas mãos, para nos lembrar a luz, que é Cristo, a guiar os nossos passos.

Em alguns momentos parávamos, e levantávamos a Cruz, com grande júbilo!

E o ícone de Nossa Senhora nos acopanhava de perto, nos velando… Onde, por vezes, alguns paravam em frente e faziam uma oração.

Nos sentíamos guardados pela presença da Mãe do Nosso Senhor e nossa Mãe, com seu olhar terno e acolhedor.

Ao chegarmos à Praça dos Martírios, que já estava lotada de fiéis, o nosso Arcebispo iniciou um momento de oração, e, após uma reflexão, deu-se o show da Banda Coração Chagado, a qual, com muito pagode e oração, conduziu os jovens num bonito momento de louvor.

Após o show da Coração Chagado, por volta das 23h, a Banda Dominus se apresentou com sua característica própria de músicas alegres e voltadas para a juventude. “O mundo precisa de jovens que demonstrem sua alegria sem drogas ou bebidas. Nós precisamos mostrar que nossa alegria vem do Senhor Jesus”, afirmou Léo Rabello, cantor principal do grupo.

E o público não decepcionou, cantando todas as músicas e louvando a Deus.

Logo em seguida houve adoração ao SS. Sacramento e apresentações de outros grupos, até a Celebração Eucarística das 06h.

A Cruz e o ícone de Nossa Senhora seguiram, então, para a cidade de Xexéu/PE, passando, no caminho, por diversas paróquias da Capital, além das cidades circunvizinhas e no caminho.

A Jornada Mundial da Juventude se realizará no que vem, 2013, na cidade de Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho. E eu e minha esposa estaremos lá, se Deus assim o quiser, para mais um encontro com a Cruz e o ícone de nossa Mãe Santíssima.

O convite está feito… Vamos lá?!

Abraços e fiquem com Deus!

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JMJ: Um sonho de Deus

Tudo começou com um encontro promovido pelo Papa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jovens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem.

Cerca de 300 mil jovens estiveram unidos ao Santo Padre na Praça de São Pedro, no Vaticano, em 1984, quando ele entregou aos jovens a Cruz da Jornada. E os encontros continuaram: novamente em Roma, (1986 – Diocesana), em Buenos Aires (Argentina – 1987), em Santiago de Compostela (Espanha – 1989), em Czestochowa (Polônia – 1991), em Denver (Estados Unidos – 1993), em Manila (Filipinas – 1995), em Paris (França -1997), em Roma (Itália – 2000), em Toronto (Canadá – 2002). Com Bento XVI em Colônia (Alemanha – 2005), em Sidney (Austrália – 2008) e em Madri (Espanha – 2011).

As cidades que sediam uma Jornada ganham, de verdade, um ‘colorido’ diferente. São centenas de nacionalidades misturadas e integradas. Coisas que são consideradas empecilhos em outras situações como o desconhecimento da língua e a diversidade cultural tornam-se atrativos em uma JMJ.

Além do fato de estar em outro país, com seus encantos turísticos, a participação na Jornada requer um corpo preparado para a peregrinação e um coração aberto para as maravilhas que Deus tem reservado para cada um. São catequeses, testemunhos, partilhas, exemplos de amor ao próximo e à Igreja, festivais de música e atividades culturais. Enfim, um encontro de corações que crêem, movidos pela mesma esperança de que a fraternidade na diversidade é possível.

Fonte: JMJ Rio 2013

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Sobre Alex C. Vasconcelos

Casado, 32 anos, pai de uma princesa, Advogado, Acólito na Paróquia do Divino Espírito Santo em Maceió/AL.
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