Como fazer um bom “Exame de Consciência” para uma boa confissão?

Saudações, povo de Deus!

Achou engraçada a imagem acima? Pois é, legal né?! Mas, te pergunto assim, logo de cara: “Você, como esse ‘do moicano’ aí em cima, tem se confessado?”

Mas, “tipo assim”, a confissão foi bem feita?

É, meu amigo, porque não basta se confessar, tem que ser bem feito! Para o Sacramento da Confissão ter plena eficácia, se faz necessário um bom exame de consciência.

Não basta chegar lá para o Padre e dizer apenas aqueles pecadinhos mais leves… Tem que se abrir! Tem que abrir o coração verdadeiramente, pois, quem está ali, na sua frente, não é o Padre Fulano, mas o próprio Cristo, que, por meio da Igreja, te dá a oportunidade de se reconciliar com Ele.

Então, tem que falar tudo, tim-tim por tim-tim!!!

Quando você está ali, frente à frente com Ele você esquece os pecados? (Ah tá, sei…) Então, para você que tem alguma espécie de amnésia pré-confissão, trazemos uma roteiro para um bom exame de consciência.

Agora não tem desculpa! Não tem choro, nem vela!! Tá tudo aí embaixo…

Leia-o, medite-o, e faça uso dele, e você vai ver como vai ser bem mais fácil confessar seus erros, até aqueles mais “escabrosos”, com uma perfeita contrição, recebendo, ao final, o abraço de Jesus, sempre pronto para te receber!

Não tenha vergonha dos seus erros… Se aquele filho pródigo da parábola não voltasse “com o rabinho entre as pernas”, reconhecendo que errou, não teria recebido o perdão do pai, que, assim como Jesus no confessionário, recebe o filho e manda lhe preparar uma festa pelo seu regresso.

Tenha sempre em mente o que escreveu o salmista (Salmo 32), e nunca esqueça que o amor e a misericórdia de Deus são maiores do que qualquer pecado…

Um grande abraço, até a próxima, e fica com Ele!!!

 

Salmo 32, 1-7

 

De David. Poema. Feliz aquele cuja ofensa é absolvida, cujo pecado é coberto.

Feliz o homem a quem Javé não aponta nenhum delito.

Enquanto me calei, os meus ossos consumiam-se, rugindo durante todo o dia, porque dia e noite a tua mão pesava sobre mim.

O meu coração tornou-se como feixe de palha em pleno calor de Verão.

Confessei-Te o meu pecado, não Te encobri o meu delito. Eu disse: «Vou ter com Javé e confessar a minha culpa!» E Tu absolveste o meu delito, perdoaste o meu pecado.

Por isso, que todo o fiel Te suplique no tempo da angústia: se as águas caudalosas transbordarem, jamais te atingirão.

Tu és o meu refúgio, Tu me libertas da angústia, e me envolves com cantos de libertação.

***

EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA JOVENS E ADULTOS

Como se faz o exame de consciência?

Faz-se o exame de consciência trazendo à memória os pecados cometidos, a partir da última confissão bem feita.

“Qual é a mulher, que tendo dez dracmas, e perdendo uma, não acende a candeia e não varre a casa e não procura diligentemente até que a encontre?

E que, depois de a achar, não convoque as amigas e vizinhas, di-zendo: Congratulai-vos comigo, porque encontrei a dracma que tinha perdido?” (Lucas 15, 8-10).

A dracma era uma moeda corrente na Judéia.

A solicitude da dona de casa, apresentada na parábola do Evangelho a procurar a moeda em todos os ângulos dos quartos e das salas, é um excelente convite à nossa alma.

Devemos examinar atentamente nossa consciência antes de nos aproximarmos da santa confissão.

Não é possível detestar e confessar um mal sem conhecê-lo.

Ao passo que, o seu conhecimento, leva-nos à detestação e ao de-sejo de nos libertarmos dele quanto antes.

O exame de consciência é, por conseguinte, a indagação atenta e cuidadosa dos pecados cometidos por pensamentos, palavras, obras e omissões, desde a última confissão bem feita.

Quando fores confessar, olha para Jesus Crucificado e pede-lhe que te ajude a conhecer os teus pecados, assim como os conhecerás no Dia do Juízo.

Pensa depois nos Mandamentos de Deus e da Igreja, nos teus deveres de estado e examina, sem precipitações e sem ansiedade, como e quantas vezes os transgrediste e descuraste.

Assim preparado, dirigi-te piedosamente ao confessionário.

Na parábola “o fariseu e o publicano”, temos uma perfeita idéia da contrição.

É mister na oração a sincera humildade, para que tenha valor, para que agrade à Deus .

O fariseu perdeu-se em soberba e vanglórias os homens desprezado, e amando a ostentação.

O publicano, ao longe, humilha-se, contrito; num excesso de dor essa alma penitente a culpa reconhece e num sincero grito de arrependimento pede misericórdia ao Deus Onipotente, e como pecador, reconhece o pecado.

Nada falta, é completa aquela contrição; não ousava chegar-se a Deus, e é perdoado, pois que Deus vem ele em bençãos de perdão.

Acredito num Salvador que me ama, que perdoa os meus pecados e que me dá a graça de me tornar santo. Jesus Cristo, através do ministério dos Seus sacerdotes, faz ambas as coisas no Sacramento da Penitência.

“Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio… Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão per-doados; e a quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos.” (João 20, 21-23)

“Mesmo que os teus pecados sejam como escarlate, ficarão brancos como neve.” (Isaías 1, 18)

“Não vim chamar os justos, mas os pecadores.” (Mateus 9, 13)

“Os homens receberam de Deus um poder que não foi dado aos an-jos nem aos arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes, ‘O que ligardes e desligardes na terra será ligado e desligado no céu’. Os príncipes deste mundo só podem ligar e desligar o corpo. O poder do sacerdote vai mais além; alcança a alma, se exerce não só em batizar, mas ainda mais em perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas. Quem se envergonhar de revelar os seus pecados a um homem, e não os confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de todo o Universo.” (S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3)

 

Oração para antes da Confissão

Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. Ó Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão. Amém.

 

Como se Confessar

Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu.

 

Condições necessárias para um pecado ser mortal

1. Matéria séria

2. Reflexão suficiente

3. Pleno consentimento da vontade

 

Considerações preliminares

1. Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado?

Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo da Confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar, a quem quer que seja, a matéria de uma confissão.

2. Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?

3. Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?

4. Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?

 

 

Primeiro Mandamento: Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses estranhos perante Mim (incluindo pecados contra a Fé, Esperança e Caridade).

1. Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o Pai Nosso, etc?

2. Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja, ou o neguei?

3. Tomei parte num ato de culto não católico?

4. Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?

5. Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?

6. Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, etc.)?

7. Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?

8. Recomendo-me a Deus diariamente?

9. Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?

10. Abusei os Sacramentos de alguma maneira? Recebi-os com irreverência, como, por exemplo, a Comunhão na Mão?

11. Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?

12. Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?

13. Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são iguais?

14 Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?

15. Desesperei da misericórdia de Deus?

16. Detestei a Deus?

17. Dei demasiada importância a alguma criatura, atividade, objeto ou opinião?

 

Segundo Mandamento: Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão.

1. Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente, ou em assuntos triviais e sem importância?

2. Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?

3. Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?

4. Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?

5. Quebrei uma promessa feita a Deus?

Terceiro Mandamento: Recorda-te de santificar os Dias Santos.

1. Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?

2. Cheguei atrasado à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?

3. Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasa-dos à Missa?

4. Estive distraído propositadamente durante a Missa?

5. Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num Domingo ou Festa de guarda?

6. Comprei ou vendi coisas sem necessidade nos Domingos e Dias Santos de guarda?

Quarto Mandamento: Honra o teu pai e a tua mãe.

1. Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em ajudá-los nas suas necessidades ou recusei-me a fazê-lo?

2. Mostrei irreverência em relação a pessoas em posições de autoridade?

3. Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?

4. Tive menos reverência para com pessoas de idade?

5. Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?

6. Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?

7. Sobre os meus filhos:

Descuidei as suas necessidades materiais?

Não tratei de os fazer batizar cedo?

Descuidei a sua educação religiosa correta?

Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?

Consenti que se encontrassem ou namorassem sem haver hipótese de se celebrar o matrimônio num futuro próximo?

Deixei de vigiar as companhias com quem andam?

Deixei de os disciplinar quando necessitassem de tal?

Dei-lhes mau exemplo?

Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge à frente deles?

Escandalizei-os ao dizer imprecações e obscenidades à sua frente?

Guardei modéstia na minha casa?

Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?

 

Oitavo Mandamento: Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.

1. Menti a respeito de alguém (calúnia)?

2. As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?

3. Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)?

4. Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?

5. Revelei os pecados de outra pessoa?

6. Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa des-favorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)?

7. Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?

8. Jurei falso ou assinei documentos falsos?

9. Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?

10. Lisonjeei outras pessoas?

As obras de Misericórdia espirituais e corporais

Descuidei-me no cumprimento das obras seguintes, quando as circunstâncias me pediam?

 

- As sete obras de Misericórdia espirituais

1. Dar bom conselho aos que pecam.

2. Ensinar os ignorantes.

3. Aconselhar os que duvidam.

4. Consolar os tristes.

5. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo.

6. Perdoar as injúrias por amor de Deus.

7. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.

 

- As sete obras de Misericórdia corporais

1. Dar de comer a quem tem fome.

2. Dar de beber a quem tem sede.

3. Vestir os nus.

4. Visitar e resgatar os cativos.

5. Dar pousada aos peregrinos.

6. Visitar os doentes.

7. Enterrar os mortos.

Lembre-se que a nossa Santa Fé Católica nos ensina que “assim como o corpo sem o espírito está morto, também a fé sem obras está morta” (Tiago 2, 26).

 

- Os sete pecados capitais e as virtudes opostas

1. Soberba …………………………………………. Humildade

2. Avareza ………………………………………. Liberalidade

3. Luxúria …………………………………………… Castidade

4. Ira ………………………………………………….. Paciência

5. Gula ……………………………………………. Temperança

6. Inveja ………………………………………………. Caridade

7. Preguiça ………………………………………….. Diligência

 

- Os cinco efeitos do orgulho

1. Vanglória:

a.Jactância

b.Dissimulação/Duplicidade

2. Ambição

3. Desprezo dos outros

4. Ira/Vingança/Ressentimento

5. Teimosia/Obstinação

 

- Nove maneiras de ser cúmplice do pecado de outrem

a. Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?

b. Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:

1. Aconselhando?

2. Mandando?

3. Consentindo?

4. Provocando?

5. Lisonjeando?

6. Ocultando?

7. Compartilhando?

8. Silenciando?

9. Defendendo o mal feito?

 

- Os quatro pecados que bradam aos Céus

1. Homicídio voluntário.

2. O pecado de sodomia ou lesbianismo.

3. Opressão dos pobres.

4. Não pagar o salário justo a quem trabalha.

 

- Os seis Mandamentos da Igreja

1. Ouvi Missa nos Domingos e Festas de guarda?

2. Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?

3. Confessei-me pelo menos uma vez no ano?

4. Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano?

5. Contribui, na medida do possível, para as despesas do culto?

6. Observei as leis da Igreja sobre o Matrimônio, ou seja, quanto ao matrimônio sem a presença de um sacerdote, ou no caso de matrimônio com um parente próximo ou um não-Católico?

 

- As cinco blasfêmias contra o Coração Imaculado de Maria

1. Blasfemei contra a Imaculada Conceição?

2. Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?

3. Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?

4. Tentei publicamente semear nos corações das crianças in-diferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?

5. Ultrajei-A diretamente nas Suas Santas imagens?

Finalmente:

Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave)

 

O exame dos pecados veniais de Santo Antônio Maria Claret

A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave. Ó minha alma, não chega desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave, é necessário ter uma resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si esta vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo definido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual — zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes:

O pecado de dar entrada no coração de qualquer suspeita não razoável ou de opinião injusta a respeito do próximo.

O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente.

O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária.

O pecado de manter um afeto desregrado por alguém.

O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito.

O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria.

Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindo da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós.

O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma situação imaculada de santa pureza.

O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência.

Nota: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as nossas próprias luzes, embora frouxas.

 

Oração para uma boa confissão

Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso Divino Filho e escarneci Dele. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para Convosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo Sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos Santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa Misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

 

Nota final

Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a sua penitência.

 

Ato de Contrição

Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.

***

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Sobre Alex C. Vasconcelos

Casado, 30 anos, Advogado, Acólito na Paróquia do Divino Espírito Santo em Maceió/AL. Podes me encontrar no "Sacrifício Vivo e Santo" - http://sacrificiovivoesanto.wordpress.com/ e no "Dominus Vobiscum" - http://domvob.wordpress.com/, onde escrevo na seção Espiritualidade.
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2 respostas para Como fazer um bom “Exame de Consciência” para uma boa confissão?

  1. Mônica Chaperman disse:

    Parabéns! Excelente roteiro. Ajudou muito a mim e à minha comunidade.

  2. Lidia Valeria da silva costa. disse:

    obrigado! por esse roteiro vai me ajudar muito.

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